APLICATIVO TÔ DE OLHO FIRMA PARCERIA COM MUNICÍPIO DE LUCRÉCIA PARA FAZER TESTES DE COVID-19.

APLICATIVO TÔ DE OLHO FIRMA PARCERIA COM MUNICÍPIO DE LUCRÉCIA PARA FAZER TESTES DE COVID-19.

O aplicativo Tô de Olho, desenvolvido pelo Ministério Público do RN e o Instituto Metrópole Digital (IMD-UFRN), firmou uma parceria com a Prefe

O aplicativo Tô de Olho, desenvolvido pelo Ministério Público do RN e o Instituto Metrópole Digital (IMD-UFRN), firmou uma parceria com a Prefeitura de Lucrécia para agendamento e realização de testes de Covid-19.

O novo recurso do aplicativo permite que a Prefeitura identifique entre as pessoas cadastradas no Tô de Olho, quais as que estão mais suscetíveis ao contágio, cruzando dados sobre idade, histórico de doenças pré-existentes e os deslocamentos registrados para verificar quem teve contato com pessoas contaminadas.

A partir da análise técnica desses dados, a equipe de saúde responsável vai notificar aquelas pessoas selecionadas para que possam realizar a testagem. Ao receber a notificação, o cidadão deve confirmar no aplicativo a realização do exame, sendo informado pelo aplicativo sobre o local da coleta.

O que é o Tô de Olho, e qual o seu objetivo?

O objetivo do aplicativo Tô de Olho é disponibilizar técnicas avançadas de inteligência artificial, que estão dando resultados positivos em outros países, para a sociedade potiguar e ajudar a reduzir a cadeia de contágio do vírus.

Através do aplicativo, entre outras funcionalidades, é possível também fazer denúncias de aglomerações. Essas denúncias são enviadas para a Prefeitura onde ocorreu a aglomeração e para o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do RN. A identidade dos denunciantes é preservada.

O uso do Tô de Olho é totalmente gratuito, bastando o cidadão aderir se cadastrando no site https://todeolho.mprn.mp.br. Os dados fornecidos serão utilizados apenas durante a pandemia e para fins específicos do controle da cadeia de contágio, sendo totalmente destruídos ao fim da crise epidêmica.

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